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O seguro de poupança é um seguro de Capital Diferido que garante o pagamento ao Segurado o capital subscrito no final do contrato (data determinada pelo segurado). O Capital a subscrever é escolhido e determinado pelo segurado no inicio do contrato, sendo que a devolução/pagamento ao segurado pode ser feita de uma só vez ou em forma de renda temporária ( pode optar por pagamentos (resgates) fraccionados ao longo dos anos de duração do contrato).

Esta modalidade de seguro tem direito a participar nos resultados da Companhia. Todos os anos as Apólices de capital Diferido recebem os Bónus Anuais de Capital adicional, pelo que, com o decorrer do tempo vai incrementando de forma significativa o capital seguro, pelo Cliente.

Em caso de falecimento, antes do fim do contrato, devolvem-se os prémios pagos até esse momento aos beneficiários (Seguro de Capital Diferido com devolução de prémios em caso de falecimento).

O seguro de Capital Diferido pode ser combinado com a contratação de seguros Complementares. Consulte os diversos Seguros Complementares ao seu dispor (Peça mais informações e agendaremos uma reunião sem compromisso).

O seguro de Capital Diferido também pode ser contratado na Tipologia PPR (Plano Poupança Reforma), usufruindo dessa forma dos benefícios fiscais associados.

O seguro de poupança é um seguro de capitalização que garante:

  • Em caso de Vida da Pessoa Segura no final do contrato – o pagamento do fundo de poupança à referida Pessoa Segura;
  • Em caso de Morte da Pessoa Segura durante o contrato – o pagamento do fundo de poupança aos beneficiários indicados pela Pessoa Segura.

O QUE SÃO PLANOS DE POUPANÇA?

São produtos vocacionados para a poupança de médio ou longo prazo, que podem contribuir para complementar a reforma ou ser usados para financiar a educação do participante ou da sua família.

É POSSÍVEL TRANSFERIR UM PLANO DE POUPANÇA?

O valor de um plano de poupança pode ser transferido, total ou parcialmente, para outro fundo de poupança a pedido do participante. Esta transferência não dá direito a um novo benefício fiscal.

A entidade gestora do fundo para onde o participante pretende transferir o seu plano de poupança deve comunicar-lhe, por escrito, a sua aceitação e enviar-lhe, na mesma altura, a proposta de contrato a celebrar.

A entidade gestora que recebe o pedido de transferência deve transferir o valor do plano de poupança directamente para a outra entidade gestora no prazo máximo de 10 dias úteis. Ao fazê-lo, deve indicar o valor das entregas efectuadas, as respectivas datas e o rendimento acumulado.

Deve também informar o participante, no prazo de 5 dias úteis, sobre o valor do plano de poupança à data da transferência após a cobrança da comissão de transferência, caso exista.

EM QUE CONSISTE O DIREITO À PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS?

A participação nos resultados é o direito do tomador do seguro, segurado ou beneficiário receber parte dos resultados gerados pelo contrato de seguro. O segurador deve informar anualmente o tomador do seguro do valor da participação nos resultados que lhe é distribuído.

Quando o contrato termina, o tomador do seguro, segurado ou beneficiário tem direito à participação nos resultados que já tenha sido atribuída mas ainda não tenha sido distribuída. Nas situações em que a participação nos resultados ainda não tenha sido atribuída, o valor a receber será proporcional ao tempo que decorreu entre a última atribuição e o final do contrato.

QUAIS AS INFORMAÇÕES QUE O SEGURADOR TEM DE PRESTAR AO TOMADOR DO SEGURO, ANTES DA CELEBRAÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO DE VIDA?

O segurador deve prestar ao tomador do seguro, antes da celebração de um contrato de seguro de vida:

  • as informações gerais que devem ser comunicadas antes da realização de qualquer contrato de seguro;
  • a definição de cada cobertura;
  • os prémios relativos a cada cobertura;
  • a forma como é calculada e paga a  participação nos resultados, quando exista;
  • o rendimento mínimo garantido (taxa de juro mínima garantida e respectiva duração), quando exista;
  • os valores de resgate, de redução e penalizações;
  • os encargos e o momento em que são cobrados;
  • o regime fiscal (por exemplo, os benefícios fiscais existentes);
  • a possibilidade de acesso aos dados médicos de exames realizados.

Se se tratar de um contrato de capital variável, deve indicar também:

  • os valores de referência para cálculo do capital;
  • o número de unidades de participação;

a natureza dos activos representativos (se são acções, títulos de dívida, etc.).

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